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sexta-feira, 16 de julho de 2010

É sério Pow!

Existir é fato, fazer da sua existência um fato é conhecer seu existir de fato.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Verdade


“Dá um trago amigo!” Beleza vei!


Hilariante oportunismo de viver o prazer, por minutos da instância transformação real para o virtual da vida produzida pela mente com efetiva “dosagem” de fumo fumado.


Hilariante confusão da distorção da realidade, a imaginação nos conduz a perfeição do “babaquismo” a infinitude inteligência humana.


Hilariante as pessoas em hilariar de você.

Comissão aprova obrigatoriedade de diploma para jornalistas

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 386/09) que restabelece a obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão foi aprovada pela comissão especial que analisou a matéria.


Pelo texto aprovado – o substitutivo do relator, Deputado Hugo Leal (PSC-RJ), ao texto original, do Deputado Paulo Pimenta (PT-RS) –, a exigência de graduação em jornalismo e o registro do diploma nos órgãos competentes deixam de constituir restrição às liberdades de pensamento e de informação. No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a necessidade do diploma, sob o argumento de que restringia a liberdade de expressão.


Para evitar novas interpretações semelhantes à do Supremo, Hugo Leal incluiu na PEC uma referência expressa ao inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal. Esse dispositivo determina que é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. "Queremos deixar claro que o jornalismo é uma profissão que exige qualificação e isso não impede a liberdade de informação e de imprensa", ressaltou.


Votação rápida
Instalada em maio, a comissão especial concluiu a análise da PEC nº 386/09 em pouco mais de um mês e meio. O relator disse que a votação ocorreu de maneira rápida porque foi objetiva, mas não superficial. Leal lembrou que todos os setores envolvidos foram ouvidos e mesmo aqueles que não compareceram às audiências públicas foram procurados por ele.


O parlamentar, que é líder do PSC na Câmara, afirmou ainda que vai sugerir na próxima reunião com o Presidente Michel Temer que a proposta seja incluída na pauta do Plenário durante os períodos de esforço concentrado, antes das eleições.


Fenaj aprova medida
Presente à votação, o Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo, afirmou que a entidade também vai procurar os líderes para garantir a continuidade da proposta. Ele destacou a importância da volta da exigência do diploma: “Nossa profissão não pode ficar do jeito que está. Vivemos uma situação absurda. Hoje não há critério nenhum para ser jornalista. No Distrito Federal, para ser flanelinha é necessário um registro no Ministério do Trabalho. No caso dos jornalistas, nem isso é preciso”.


A PEC nº 386/09 ainda terá de ser aprovada pelo Plenário em dois turnos, antes de seguir para o Senado. No Senado, outra proposta (PEC nº 33/09)sobre o mesmo assunto também aguarda votação em plenário – o texto foi incluído pelos líderes na lista de matérias prioritárias.

Fonte: Agência Câmara

terça-feira, 22 de junho de 2010

Comissão discute PEC que restabelece exigência de diploma para jornalistas

A comissão especial que analisa a PEC nº 386/09, que restabelece a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista, realiza audiência pública na quarta-feira (23.06). Serão ouvidos professores e representantes de emissoras de rádio e TV. O debate foi proposto pelos Deputados Chico Alencar (PSol-RJ) e Francisco Praciano (PT-AM). O relator da proposta, Deputado Hugo Leal (PSC-RJ), disse, na semana passada, que sua intenção é apresentar seu parecer até o dia 30.


O objetivo da PEC é reverter decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em junho do ano passado, acabou com a obrigatoriedade do diploma para o exercício de atividades jornalísticas. A decisão provocou protestos de entidades como a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI). Segundo a Fenaj, a decisão do STF “rebaixa” a profissão, já que, em tese, até pessoas sem formação escolar poderão obter registros de jornalistas.


Já os representantes das empresas do setor, como a Associação Nacional dos Jornais (ANJ), alegam que a exigência do diploma fere a liberdade de expressão, e que na prática já existe a atuação na mídia de pessoas sem o diploma da área.


Convidados
Foram convidados para o debate:
- o Presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slavieiro;
- o Diretor do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof;
- Professor Luiz Gonzaga Motta, do Departamento de Comunicação Social da Universidade de Brasília (Unb);
- o Presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), Antonio Carlos Hohlfeldt;
- a Professora de Comunicação Leise Taveira dos Santos;
- o Coordenador do Curso de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ), Leonel Azevedo de Aguiar; e
- o Presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Carlos Eduardo Franciscato.


A audiência está marcada para as 14h30. O local ainda não foi definido.

Fonte: Agência Câmara


José Pedro Tertuliano Ferreira

Coordenador de Documentação e Arquivo - DGA-DA


pedro.tertuliano@ceal.com.br

Fones: (82) 2126-9338 // 9124-1857

sábado, 5 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Alagoano Sou!


Em um dia carinhoso imaginar por que amar é tudo, no infinito na infinitude liberdade temporal, e que o total abandono imposto pelo beiral no lugar comum, nas ruas em todas as horas ciganas, em um transe em um amor puro do coração leviano Djavan. Pelos títulos de suas canções descrevemos os dos maiores apaixonados dos últimos temos de Alagoas.

Maceioense, filho de uma mãe afro-brasileira, entoava canções de Ângela Maria e Nelson Gonçalves ao lavar roupas, e de um pai neerlando-brasileiro. Aprendeu violão sozinho na adolescência a dedilhar sons e tons, “Doidice”. Sempre gostou muito de jogar futebol.
Aos dezoito anos, formou o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD), que tocava em bailes de clubes, praias e igrejas de Maceió. No ano seguinte, Djavan largou o futebol e passou a dedicar-se apenas à música.

Em 1973 foi para o Rio de Janeiro onde teve ajuda do radialista Edson Mauro, que o apresentou a Adelzon Alves, que o levou para o produtor da Som Livre, João Mello que lhe deu a oportunidade de gravar músicas de outros artistas para as novelas da Rede Globo: "Alegre Menina" (Jorge Amado e Dorival Caymmi), da novela "Gabriela"; e "Calmaria e Vendaval" (Toquinho e Vinícius de Moraes), da novela "Fogo sobre Terra".

O reconhecimento aconteceu mesmo em 1975 quando participou do Festival Abertura e conquistou o segundo lugar com a música "Fato consumado". Seu primeiro LP foi em 1976 tendo a faixa "Flor de Lis" um de seus grandes sucessos. Em 1978 sua música "Álibi" é gravada por Maria Bethânia, dando nome ao disco de maior sucesso na carreira da cantora. Em 1981 e 1982 ele recebeu o prêmio de melhor compositor da Associação Paulista dos Críticos de Arte. Em 1983 participou do maior hit, "Superfantástico", do grupo infantil de grande sucesso "Turma do Balão Mágico".

Seu álbum duplo gravado ao vivo, Djavan Ao Vivo, vendeu 1,2 milhões de cópias e sua canção "Acelerou" foi escolhida a melhor canção brasileira de 2000 no Grammy Latino. No ano 2000, Djavan recebeu os Prêmios Multishow de melhor cantor, melhor show e melhor CD. Seu álbum Matizes foi lançado em 2007 e ele partiu em turnê pelo Brasil para promovê-lo.

O sentimento exposto, o sofrimento do amor, a alegria e o prazer profundo no olhar nas músicas de Djavan retrata a riqueza do dia-a-dia, nas construções em palavras o mundo do simples ao mais complexo lixo e luxo da vida.